Depredando o Orelhão

Um dos maiores escândalos do capitalismo neoliberal atual são os sweatshops [Wikipédia]: fábricas que as mega-corporações instalam longe dos grandes centros de consumo e onde a escravidão, o trabalho infantil e os salários de miséria são a realidade cotidiana. Nas apinhadas usinas de suor, milhares de trabalhadores são esmagados dia-a-dia debaixo das condições mais inaceitáveis, mantidos na subnutrição, obrigados a ritmos frenéticos de produtividade, enquanto fabricam bens de luxo destinados aos shoppings e supermercadosdos grandes centros urbanos capitalistas. O Mickey de pelúcia comprado na Disneilândia ou o tênis Nike adquirido na 5a Avenida de Manhattan, apesar dos consumidores não terem consciência disso (será que ignoram de propósito? Tapam os próprios ouvidos? Vendam os próprios olhos?), são fabricados através das mais sórdidas opressões impostas às populações despossuídas de Bangladesh, da Indonésia, da China… É contra isso que os personagens do filme alemão Edukators protestam, panfletando nas lojas, na tentativa de disseminar a consciência de que um tênis vendido por 200 dólares foi produzido por jovens escravizados que receberam só alguns centavos de salário. Não é outra a fonte dos colossais lucros das mega-corporações: elas só ficam ricas pela miséria que impõe a seus empregados, pela mais-valia que arrancam deles, pela discrepância entre os salários que pagam e os preços que cobram… Os escravagistas não morreram: agora eles são donos do Wal-Mart. »> Saiba mais

Um dos maiores escândalos do capitalismo neoliberal atual são os sweatshops [Wikipédia]: fábricas que as mega-corporações instalam longe dos grandes centros de consumo e onde a escravidão, o trabalho infantil e os salários de miséria são a realidade cotidiana. Nas apinhadas usinas de suor, milhares de trabalhadores são esmagados dia-a-dia debaixo das condições mais inaceitáveis, mantidos na subnutrição, obrigados a ritmos frenéticos de produtividade, enquanto fabricam bens de luxo destinados aos shoppings e supermercadosdos grandes centros urbanos capitalistas. 

O Mickey de pelúcia comprado na Disneilândia ou o tênis Nike adquirido na 5a Avenida de Manhattan, apesar dos consumidores não terem consciência disso (será que ignoram de propósito? Tapam os próprios ouvidos? Vendam os próprios olhos?), são fabricados através das mais sórdidas opressões impostas às populações despossuídas de Bangladesh, da Indonésia, da China… É contra isso que os personagens do filme alemão Edukators protestam, panfletando nas lojas, na tentativa de disseminar a consciência de que um tênis vendido por 200 dólares foi produzido por jovens escravizados que receberam só alguns centavos de salário. Não é outra a fonte dos colossais lucros das mega-corporações: elas só ficam ricas pela miséria que impõe a seus empregados, pela mais-valia que arrancam deles, pela discrepância entre os salários que pagam e os preços que cobram… Os escravagistas não morreram: agora eles são donos do Wal-Mart. »> Saiba mais

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